As pessoas más podem mudar? – A mente é maravilhosa

As pessoas más podem mudar?

fevereiro 18, 2015 em Psicologia 0 Compartilhados

As que são incapazes de refletir? As que estão convencidas de que sempre têm razão e têm certeza que sempre há um outro culpado e responsável por suas falhas e erros? As que se dirigem a você com sarcasmo e desaforo ou lhe deixam atônito com grosserias, mas não admitem nem uma piada? Os que agem com malícia e mesquinhez enquanto invejam o sucesso alheio? Os amargurados que entram com hostilidade em nossas vidas para afirmar sua visão negativa e pessimista do mundo? As pessoas más realmente podem mudar?

A negatividade e os modos destas pessoas são responsáveis por nossas respostas emocionais. Não são capazes de refletir porque a raiva, a ira, e suas variações, são sentimentos através dos quais interpretam a vida. Diante deles, a única solução é evitá-los e manter a calma. Caso não seja possível levar a cabo a difícil tarefa de manter a paciência, o melhor é afastar-se deles e manter uma distância segura.

Os cientistas dizem que quando desenvolvemos modos de cortesia e gentileza, as pessoas que compartilham das mesmas atitudes se beneficiam mutuamente. É um efeito conhecido como “êxtase da pessoa que ajuda”, em que demonstrando educação e boa conduta, ativa-se um grande número de hormônios e neurotransmissores benéficos para nossa saúde. Muitos estudos atestam que pessoas gentis e bondosas têm uma vida mais saudável, prolongada e bem-sucedida que aquelas com má índole.

Todos nós, em alguma ocasião, cometemos atos grosseiros; contudo, não tem nada a ver com o comportamento que têm as pessoas más. Certas ações cotidianas nos permitem identificar estas pessoas desagradáveis, tais como insultar, estabelecer contato físico indesejado, ameaçar, intimidar verbalmente, envergonhar alguém publicamente, tratar as pessoas como se fossem invisíveis e interromper ou outros grosseiramente.

Para não sermos vítimas, desenvolvamos a arte da indiferença, limitemos o tempo de exposição e contato com eles. E se a segurança da nossa mente parece frágil, distanciemo-nos definitivamente se for preciso.

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