Não adianta correr; seu “verdadeiro eu” sempre o alcança – A mente é maravilhosa

Não adianta correr; seu “verdadeiro eu” sempre o alcança

janeiro 3, 2016 em Psicologia 1 Compartilhados
Mulher na floresta

O espinhoso caminho para sermos nós mesmos

Passamos a vida tentando nos “encaixar”. E quando conseguimos,  já em algum lugar ou com um grupo de pessoas, a vida nos situa em outro desafio adaptativo que devemos superar.

É importante saber que o medo do desconhecido e os questionamentos são coisas totalmente normais diante de mudanças, são sinais que indicam que em sua vida estão acontecendo coisas interessantes.

Frente às grandes mudanças ou, inclusive diante das que consideramos mais comuns e irrelevantes, nossa identidade pode se sentir ameaçada, e assim a percebemos.

Mulher na árvore

Todos esses questionamentos são indícios de que a nossa existência nos importa, e nos importa mais ainda que nossa existência revele quem somos realmente.

Se tivermos amor próprio, devemos transmitir uma imagem o mais verdadeira possível de nós mesmos.
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Nosso “verdadeiro eu” e nossa autoestima

Conhecer a nós mesmos significa estarmos preparados para sermos amados.
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Se nossa autoestima é baixa, vamos querer dissimular nosso eu desvalorizado, e entraremos em um labirinto de olhares falsos, posturas engravatadas, tratamentos superficiais e relações fugazes e vazias.

Essa falta de clareza sobre quem somos e o que queremos não é apenas refletida em quão complicada pode se tornar na nossa mente qualquer relação com o entorno, mas também nos nossos questionamentos contínuos a respeito das decisões tomadas.

Você deve perceber uma coisa: tudo o que você decidiu nessa vida foi decidido por você. Por menores e mais tristes que nos parecessem as opções, você escolheu uma ou outra.

Deixar de fugir para ceder frente ao nosso “verdadeiro eu”

Chega um momento no qual devemos deixar de nos questionar com esse ar castigador. É preciso se reafirmar, mas estando livres de questionamentos sobre nossa existência.

Mulher no telhado

Ser você mesmo não significa moldar o mundo ao seu desejo. Ser você mesmo significa fluir com ele, contribuir com a sua essência, e conseguir que essa viagem o premie com aquilo pelo que luta todos os dias….e que, ao mesmo tempo, recompense a vida com sua esteira inconfundível.

Ser você mesmo suporta a valentia de ser quem você realmente é, com tudo o que implica. Livre de cópias e de plágios.

“Nascemos originais. Morremos cópias”

– Carl Gustave Jung –

Quando sou eu mesmo…

  • Não sou o que me acontece. Sou a verdade que alberga tudo o que me acontece… Como o recipiente de vidro que pode conter água, terra ou sementes, mas sempre segue sendo o mesmo recipiente.
  • As pessoas que passam pela minha vida me dão claras lições: são o reflexo no qual meu interior se projeta. Os que me incomodam e fazem com que me sinta mal, os que são indiferentes e os que deixam um rastro em mim….Todos eles denotam uma parte do meu interior.
  • Por muito empenho que ponha, minha essência se encontra em tudo o que faço. Algumas vezes porque resisto, e em outras, porque cedo à minha verdade.
  • Minhas dúvidas não são meu inimigo. São os sinais que me guiam para me atrever a explorar coisas novas, a me desafiar sem me exigir, a me conhecer sem me limitar.
“Atreva-se a ser você mesmo. É um luxo ao seu alcance”
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