Mãe só existe uma – A mente é maravilhosa

Mãe só existe uma

fevereiro 24, 2015 em Psicologia 474 Compartilhados

Olhando pela minha janela em um dia de outono como este, voltou a saltar a minha veia filosófica. Desta vez, eu estava no meu quarto pensando o seguinte: Será que estamos realmente sozinhos nesta vida ainda que desfrutemos da nossa família, parceiro ou amigos? Bem, eu acho que, em parte, sim. E é quando vemos apenas escuridão, desespero ou simplesmente passamos por uma depressão, que nossos entes queridos próximos serão sempre um ombro amigo, uma ajuda inestimável que fará com que nos animemos. Entretanto, às vezes isso não é suficiente para nos recuperarmos e sairmos completamente do poço onde estamos. As vezes, só o tempo é capaz de curar.

As mães e seu eterno perdão

No entanto, o que eu posso sim dizer com total segurança é que as nossas mães estão sempre lá, desde o momento em que saímos de sua barriga. Cria-se uma ligação realmente forte e natural com elas, fazendo com que sempre se preocupem conosco. Quando somos pequenos, sempre nos protegem de qualquer perigo; quando crescemos e passamos à juventude, nos ajudam com os estudos, e quando nos apaixonamos pela primeira vez nos dizem que tenhamos os “pés no chão”. Em suma, nossas mães são essa voz da consciência que tanto precisamos para tomar as decisões corretas em nossas vidas.

Além disso, e mesmo quando não somos justos com elas e ficamos chateados porque são muito protetoras, sempre estarão lá para nos perdoar quando necessário. Mesmo quando não lhes damos o tratamento que realmente merecem, ou lhes respondemos mal. É como já disse o ilustre escritor russo Leon Tolstoi: “O coração de uma mãe é um abismo em cujo fundo sempre encontras um perdão”. E ele estava certo. Não importa o que fizermos, na maioria dos casos nossas mães sempre estarão lá para nos perdoar infinitas vezes.

Elas precisarão de nós durante sua velhice

Depois de ler estas linhas, com certeza você concordará em dizer que nossas mães merecem nosso máximo respeito. E por isso, quando chegarem à velhice, parece importante que o “sentido mude” e sejamos nós os que cuidemos delas, dando carinho, afeto, e tudo que elas precisem, na medida do possível. Especialmente se não contam com o apoio do marido ou parceiro.

Estão sentindo um pouco de remorso porque recentemente tiveram uma discussão com sua querida mãe? Mas isso é facilmente resolvido. Vão até ela, digam-lhe que querem consertar as coisas, e, depois, levem-na para passear ou tomar algo. Com certeza no momento em que o façam, vocês lhe estarão dando o melhor presente que uma mãe poderia ter. O amor, afeto e carinho de um filho.

Foto cedida por ferarditi

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