8 regras de Schopenhauer para sermos felizes

· outubro 16, 2018

As regras de Schopenhauer para sermos felizes nasceram a partir das teorias do filósofo alemão, conhecido pelo seu pessimismo. As suas ideias giravam em torno da teoria de que as pessoas vivem em um mundo no qual a felicidade não é mais do que uma ilusão artificial.

De fato, após a morte do filósofo, foi encontrado entre as suas anotações e pertences pessoais um manuscrito chamado ‘Die Kunst, glücklich zu sein’. Traduzido para o português, o título seria ‘A arte de ser feliz’. Curiosamente, apesar das ideias pessimistas que o alemão defendeu durante a sua vida, nessas anotações ele havia desenvolvido e listado uma série de regras para evitar o sofrimento desnecessário e, assim, alcançar um estado de felicidade.

As regras de Schopenhauer para sermos felizes

1. Evite comparações para não cair na inveja

A primeira das regras de Schopenhauer para sermos felizes baseia-se em evitar o sentimento de inveja. De acordo com Schopenhauer, a inveja é uma emoção muito negativa e experimentá-la nos coloca em constante estado de insatisfação.

Dessa forma, quando fazemos comparações com outros que nos colocam em um escalão inferior, nos afastamos da felicidade. Portanto, para evitar esse sofrimento, é necessário evitar comparações, pois cada pessoa é diferente e devemos aceitar a situação de cada uma.

Amigas se divertindo juntas

2. Não se preocupe com os maus resultados

Outra das regras de Schopenhauer para sermos felizes nos ensina a aceitar o fracasso devido às possíveis decisões erradas que tomamos no desenvolvimento de qualquer projeto. Portanto, o filósofo alemão nos encoraja a fazer o melhor de nós em todos os momentos, para que não nos sintamos tristes com um mau resultado, já que teremos dado o melhor de nós mesmos para alcançá-lo.

3. Siga a sua intuição em todos os momentos

Schopenhauer estava ciente de que existem pessoas muito criativas e também pessoas muito lógicas. Isso significa que algumas pessoas se dedicam mais à ação e outras à contemplação. Em suma, essa regra para a felicidade nos mostra que devemos nos deixar levar pela intuição para sermos nós mesmos e nos conhecermos melhor.

4. Não dependa de ninguém para ser feliz

A quarta das regras de Schopenhauer para sermos felizes nos ensina que a felicidade depende apenas de nós. Assim, não poderemos ficar decepcionados com as outras pessoas e não deixaremos que as decisões fora do nosso controle afetem o nosso humor.

5. Não superestimar os nossos desejos

Estar ciente das suas limitações e não se deixar levar por desejos irrealizáveis permitirá que você não se sinta oprimido por não ser capaz de satisfazê-los. Portanto, vamos pensar em qual situação estamos e quais são as metas que estão ao nosso alcance. Nós podemos sonhar, mas são os objetivos adaptados às nossas possibilidades que nos farão bem.

6. Ter controle sobre as nossas expectativas

Entre as regras para a felicidade de Schopenhauer, podemos aprender a ajustar as nossas expectativas, assim como os nossos desejos. Nesse sentido, poderemos evitar que expectativas exageradas em relação a um projeto ou a uma pessoa sejam uma possível causa de infelicidade. Em suma, isso se baseia em ter uma visão mais realista sobre a nossa vida e saber como enfrentar os obstáculos de uma forma mais adequada.

7. Valorizar o que temos

Quando se trata de ser feliz, será essencial saber olhar além das nossas posses materiais. Isso não apenas nos impedirá de sentir inveja, como comentamos no início, mas também nos ajudará a valorizar mais o que realmente importa na nossa vida. Nesse sentido, poderemos ter um melhor relacionamento com os nossos amigos ou familiares, dando-lhes a importância que eles realmente têm.

Mulher livre e feliz

8. Dedique mais atenção ao presente

A última das regras para a felicidade de Schopenhauer está relacionada com o tempo que passamos pensando no passado e no futuro. O fato de nos perdermos pensando nos problemas do passado não nos trará nenhum benefício, já que devemos aceitar que as decisões que tomamos não podem ser mudadas.

Por outro lado, passar muito tempo sonhando com o futuro pode levar à infelicidade quando percebermos que as nossas expectativas e anseios não foram atingidos. Portanto, vamos aproveitar o ‘presente’ que o próprio presente nos traz.