Você é visual, auditivo ou cinestésico?

Você é visual, auditivo ou cinestésico?

junho 14, 2015 em Psicologia 843 Compartilhados
auditivo

Cinco sentidos:  olfato, paladar, visão, tato e audição. Como pessoas, recebemos informação do meio que nos rodeia através desses cinco sentidos; são eles que nos permitem interagir com outras pessoas e com o meio, são eles que nos trazem a beleza, os desconfortos, os prazeres, os medos.

A corrente da Programação Neurolinguística diz que, no mundo tal como o vemos, somos nós que o “reinterpretamos” segundo a nossa personalidade e a predominância de uns sentidos sobre os outros.

Isso também tem a ver com a dimensão da predominância cerebral (se a nossa predominância é o lado esquerdo, por exemplo, teremos a tendência de usar mais a lógica e a ordem, mas se utilizamos mais o direito, nossas capacidades serão mais criativas, inovadoras e flexíveis). Na teoria da PNL, cada pessoa dispõe de um canal sensitivo para entender o mundo e para se relacionar com as pessoas.

Você gostaria de descobrir o seu?

Como você se relaciona com a sua realidade?

Peguemos um exemplo. Quando você é apresentado a uma pessoa, como costuma reagir? Segundo a PNL, as pessoas que utilizam o canal auditivo costumam preferir um “Olá, tudo bem?”; aquelas que se inclinam para um sorriso ou uma expressão gestual de cortesia, utilizam mais o canal visual. Por último, aqueles que utilizam um abraço, são mais cinestésicos.

É claro que todos podemos ter uma pequena mistura destas três dimensões, e que as usamos em diferentes situações, mas sempre teremos uma predominância ou outra. Dependendo de qual sentido tenhamos mais desenvolvido, isso irá determinar a maneira como, por exemplo, adquirimos conhecimento e novos aprendizados. Nossos gostos e interesses também estão relacionados a estas dimensões, já que, de alguma forma, também têm a ver com a nossa personalidade.

Os visuais

Talvez você goste de ouvir música enquanto dirige, mas é possível que, ao chegar à cidade e notar que o trânsito se torna mais intenso e complicado, o rádio ligado comece a incomodar, e mais se em vez de música forem palavras o que se ouve. Você não consegue se concentrar. Este seria um simples exemplo de pessoas que usam este sentido em maior grau.

Essas pessoas têm um alto nível de energia, são inquietas e observadoras, captam os detalhes e muitos dos pequenos aspectos que, para outras pessoas, passam despercebidos. Costumam visualizar imagens na sua mente para poder se lembrar delas e é comum que para isso tenham que escrever pequenas anotações. Precisam de lugares tranquilos para se concentrar.

Os auditivos

Você é daqueles que costumam expressar seus pensamentos em voz alta? Prefere sempre que as outras pessoas lhe expliquem as coisas a lê-las você mesmo? Você costuma seguir com facilidade as conversas das pessoas ainda que esteja olhando para outro lado? Se é assim, a sua modalidade de processar a informação é a auditiva.

Segundo a PNL, são pessoas mais relaxadas, comunicativas e com grandes dons de expressão; gostam de conversar e lembram com alto grau de detalhe cada uma das palavras que ouviram.

Os cinestésicos

Quais são as suas paixões? Você gosta de cozinhar, gosta de esporte, trabalhar ao ar livre? Prefere experimentar as coisas antes de se informar sobre elas? A PNL diz que as pessoas cinestésicas, apesar de tranquilas, sentem um gosto especial pelas emoções e por tudo aquilo que tenha a ver com as coisas manuais, com experimentar o tato, o gosto e o olfato. São muito expressivas socialmente, daquelas que procuram o contato pessoal, os abraços… o contato físico.

Elas não têm um interesse especial pelos detalhes como podem ter as pessoas mais “visuais”, por isso são mais espontâneas e com tendência a procurar emoções em primeiro lugar.

Para concluir, queremos ressaltar que todos nós temos traços de todas estas dimensões, mas o interessante na perspectiva da PNL é que o modo como entendemos a realidade está intimamente relacionado com a nossa personalidade e também com nossos sentidos. É uma forma a mais para nos conhecermos, outra perspectiva interessante com a qual virar a chave do autoconhecimento.

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