Por que o amor é tão importante – A mente é maravilhosa

Por que o amor é tão importante

5, fevereiro 2016 em Emoções 34 Compartilhados
Por que o amor é tão importante?

Você já parou para pensar alguma vez em por que o amor é tão importante? Na vida há muitos outros sentimentos, como o carinho, a emoção, o medo ou a raiva. Contudo, o amor é realmente o sentimento que unifica tantas emoções, que acaba sendo vital para nós.

Porque na verdade, se você pensar melhor, grande parte das emoções que sentimos podem estar englobadas pelo amor. Talvez você sinta medo enquanto assiste um filme de terror, mas também o sente por não se sentir querido ou correspondido por outra pessoa. O amor impregna com a sua cor todas as emoções de uma forma ou de outra.

O amor deveria reger as nossas vidas, desde o primeiro dia em que saímos do ventre das nossas mães, até o que perecemos em nosso leito de morte.
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O amor engloba tudo

Poderíamos dizer que o amor engloba tudo. É um sentimento enorme, de grandes proporções, que nos permite sentir todo tipo de emoções até poder transformá-las em um carrossel, que dá sentido à nossas vidas. Por um lado, podemos dizer que ele engloba um número grande emoções porque devido ao amor podemos sentir de tudo um pouco:

  • Raiva da pessoa amada que não corresponde e preferiu outra pessoa.
  • Carinho pelos seus sentimentos com um filho ou amante, por exemplo.
  • Frustração porque a pessoa que você ama não lhe entende.
  • Solidariedade porque você travou uma relação de amizade realmente profunda e plena de amor.

Como você pode ver, o amor engloba um grande número de emoções, tanto positivas quanto negativas. Mas para cada uma que você encontrar e que você achar que lhe faz sentir dor, sempre haverá a sua emoção oposta que lhe permite gozar de um grande prazer íntimo e pessoal. Pense nisso e permita-se a oportunidade de descobri-lo.

O amor dá sentido à vida

O amor dá sentido à vida desde o primeiro minuto em que chegamos ao mundo. Todas as crianças paridas vivem suas emoções com grande intensidade, já que suas mães são o alfa e o ômega da sua existência. Tudo começa e acaba na pessoa que a educa, lhe dá abrigo, a cuida, a alimenta, lhe ensina, e em resumo, a ama.

Pouco a pouco, a criança vai crescendo e descobre o amor ao próximo. Começa a conhecer familiares, amigos e colegas. Nesse momento, começam a ser tecidas as relações interpessoais que darão sentido à vida dos pequenos e que lhe darão as bases para um futuro em harmonia e carinho.

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Depois chegam os grandes amores da juventude. Um sentimento tão forte, arraigado e profundo que a pessoa sente que desfalecerá e que a sua vida acabará se não for capaz de compartilhá-la com a pessoa amada, em cujo colo começa e acaba uma existência que só tem sentido ao seu lado.

Com o passar dos anos, os amores se assentam. Os relacionamentos de amizade, família e casal se relaxam para ser nossos eternos companheiros de viagem em um mundo confuso. Contudo, a solidariedade dos que estão ao nosso lado nos permite que tudo valha a pena.

Acabamos a vida com os amores crepusculares. Tudo se torna mais tranquilo à sombra da experiência vivida e das feridas sofridas durante os anos passados. Contudo, a intensidade dos sentimentos e as emoções permanecem intactas.

O amor mexe a sua vida

Portanto, é evidente que o amor é o que move a vida de todas as pessoas. E dar-lhe as costas por uma má experiência é um erro tremendo que talvez você pague durante muitos anos e que pode fazer as pessoas muito infelizes.

Nunca dê as costas ao amor. Deixe-o fluir por todos os poros do seu corpo. Deixe que insufle vida em seu corpo cansado. Deixe que faça você vibrar, sofrer, sentir, gozar… Deixe-o correr, porque só ele e somente ele dá sentido à sua existência. Aproveite cada dia da sua vida como se fosse o último, e ame com todas as forças, pois só assim você conseguirá ser feliz e dar sentido a tudo que lhe rodeia.

Lembre-se de que sempre existe uma pessoa que lhe deseja, lhe corresponde, lhe espera… Um ser que tem a mesma necessidade de amar que você sente, e sabe que até você chegar, não se sentirá pleno, completo e realizado.
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Imagem cortesia de Alessandra Cimatoribus.

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