Cinco conselhos para melhorar a sua inteligência emocional

Cinco conselhos para melhorar a sua inteligência emocional

março 12, 2015 em Psicologia 2 Compartilhados
inteligência emocional

Não é de hoje que começamos a compreender que o sucesso na vida não depende exclusivamente do nosso coeficiente intelectual. De fato… existe algo no ser humano que faz a diferença, permitindo que, em iguais condições, uns sejam melhores na hora de enfrentar esses contratempos que de vez em quando a vida nos apresenta em forma de desafios, de pedras no caminho, pessoas que são capazes de ver as dificuldades de outro prisma mais amplo e não delimitadas a este túnel escuro que nos cega e nos bloqueia em algumas ocasiões.

A inteligência emocional nos permite tomar consciência de todos estes sinais internos que nos enriquecem e as vezes nos perturbam até que não sabermos mais como lidar com eles. Se trata de um conjunto de capacidades que podemos desenvolver para melhorar, por exemplo, nossa atitude empática, ou para enfrentar melhor as pressões e frustrações… Representa um tipo de inteligência que podemos aperfeiçoar, que podemos aprender a treinar e portanto está ao alcance de todos nós e está em nossas mãos. Podemos, inclusive, educar nossos filhos sobre este tipo de conhecimento sobre as emoções, que a longo prazo lhe trará maiores possibilidades de desenvolvimento pessoal. Que tal conferir alguns dos seus conceitos para tê-los em mente na nossa vida diária?


Compreenda melhor sua inteligência emocional

  1. Conheça-se a si mesmo para compreender sua Inteligência Emocional

É preciso entender que a Inteligência Emocional pode ser aplicada em todos os âmbitos da nossa vida, mas em primeiro lugar, requer que tenhamos certo conhecimento de nós mesmos e de nossos comportamentos, saber por que reagimos ou pensamos de um determinado modo. É bom se lançar certas perguntas como Por que reajo assim? Por que tenho estas crenças? Procure reconhecer as suas forças e as suas fraquezas, maximize seus aspectos positivos e tome consciência que somente você é dono da sua vida, e que portanto também é responsável por encontrar a sua própria felicidade.

  1. Seja otimista

Com uma visão otimista, o sucesso e a felicidade são mais fáceis de alcançar. O otimismo requer que você saiba reconhecer não somente as suas boas qualidades, mas também as dos outros, procure tirar o melhor das situações difíceis que diariamente surgem em nossas vidas… Faça uso do senso do humor na medida do possível e convença-se a si mesmo de que qualquer dificuldade é, algumas vezes, um momento de oportunidade para melhorar como pessoa.

  1. Fomente a sua criatividade

Uma mente aberta, capaz de receber múltiplos argumentos, idéias, conceitos e experiências, se traduz numa mente enriquecida que sabe gerenciar sua inteligência emocional. A vida está cheia de detalhes e sutilezas que também precisam ser levadas em conta, estar fechado a este tipo de detalhes irá dificultar, sem dúvida, a compreensão completa da nossa realidade… Sempre é bom escrever em um papel nossos pensamentos e ideias, e fazer um pouco de autocrítica do porquê dessas visões, dessas concepções.

  1. Empatia

A empatia é necessária para conhecer melhor as pessoas que nos rodeiam e tomar consciência de suas realidades e dimensões que, em algumas ocasiões, não são muito diferentes das nossas. Para isto é sempre recomendável não apenas “se colocar no lugar de quem está a nossa frente”, mas também nos perguntarmos questões como Eu gostaria de ser tratado dessa maneira? Esta pessoa merece sofrer estas dificuldades? O que eu faria se estivesse em seu lugar?

  1. Habilidades de comunicação

Dispor de boas habilidades comunicativas é um bom passo para dispor também de uma elevada inteligência emocional. Procure ser sempre sincero, respeite as zonas de conforto dos seus interlocutores para evitar chegar ao conflito, mas sempre transmita as suas opiniões sem encobri-las, preste atenção as posições corporais dos outros quando estiverem frente a você para compreender aqueles sinais que não se transmitem na linguagem oral. As expressões, os movimentos, as vezes dizem muito mais que as palavras.

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