Somos máquinas tecnologicamente humanas

· outubro 23, 2015

Máquinas humanas. Dois corpos e nada mais. O amor e o prazer ao alcance!

Dois hardwares (corpos) programados para iniciar o download da vida.

Uma vida que já se inicia por uma corrida, quem será o primeiro a fecundar o óvulo? Um click no mouse e vida começa a ser baixada, 9 meses executando um programa a ser utilizado por toda a vida.

A formação é espetacular, dentro de um “carocinho de feijão” bate um coração, a cada segundo as partes hardware (corpo) vão sendo construídas, porém esse é um download que nunca será concluído, pois somos seres vivos, humanos, imperfeitos, não fomos feito para sermos 100%.

Incríveis façanhas Humanas

Vivemos cada dia na construção do eu. O banco de dados (a mente) sempre será carregada de conhecimentos, ideias, reorganizando e produzindo informações, e lá sempre estará o antivírus (os pais) a atentar e tentar impedir que coisas insignificantes atinjam seu bem mais precioso, e não há manual de educação, apenas seu software (intuição) o guiará.

Bem vindo ao mundo e à rede de telecomunicações, à troca de informações. A fala surge e eis que serão responsáveis por ela as humanware (pessoas) que habitam o mundo da tecnologia e informação, e às vezes é necessário chamar um técnico de informática (psicólogos ou médicos em geral) para nos auxiliar com alguns problemas encontrados.

Máquinas humanamente fabricadas por dois corpos,  com prazo de validade e duração como as mecânicas, porém com uma enorme diferença: Possuímos emoção, sentimentos, vínculos, culturas, enfim, somos gente. E ao chegar na fase adulta somos cobrados como se fôssemos mecânicas.

Gente é gente, ri , chora, fala, ouve, fica alegre, fica triste, anda, corre, dorme, acorda, tem fome, tem sede, sente frio, sente calor, tem desejos e sonhos, e necessidade de calor humano.

Jamais nos comparem a máquinas; a natureza é tão perfeita que nos permite gerar outro ser. Uma dádiva, milagre divino, lindo!

A letra da música abaixo resume bem o que somos:

  A receita para a paz do mundo

Para quê os versos se não há quem os ouçam
Para quê os elogios se não há quem os recebam
Para quê o sorriso se não há alegria
Para quê as lágrimas se não há sentimentos
Para quê as mãos se não as usamos
Para quê discursos se não há quem influir

PARA QUÊ

Para quê memórias se não há boas recordações
Para quê as flores se não há quem as olhem
Para quê milagres, se não acreditam na vida

é útil relutar contra tantas banalidades
e a semente pelo menos brote em nossos corações
uma receita para o amor, receita essa de como usar
ingredientes para a paz do mundo

não somos máquinas, somos humanos,
há um coração que pulsa em nós, por debaixo de nosso
peito
o sangue corre em nossas veias, temos o poder de
criar
de produzir e executar

PARA QUÊ PARA QUÊ

descubra a magia de viver, desperte, acorde pra vida
para a paz do mundo que está em você!

é útil relutar contra tantas banalidades
e a semente pelo menos brote em nossos corações
uma receita para o amor, receita essa de como usar
ingredientes para a paz do mundo

não somos máquinas, somos humanos,
há um coração que pulsa em nós, por debaixo de nosso
peito
o sangue corre em nossas veias, temos o poder de
criar
de produzir e executar
descubra a magia de viver, desperte, acorde pra vida
para a paz do mundo que está em você!
que está em você, está em você…..
– Grupo Sentido contrário –

A máquina humana precisa de vários combustíveis para funcionar, e um deles é o amor, um dos mais importante e o primeiro a expressar-se desde o ato de amor como também ao receber a notícia: Você vai ser papai/mamãe.

Sentimento esse capaz de provocar a necessidade de proteção, de fazer o bem, de tornar as pessoas encantadoras, simpáticas. É um sentimento puro, e é um dos mandamentos em muitas religiões, não apenas as cristãs.

Relações humanas familiares

Portanto viva, ame, doe-se, seja feliz.

Não aceite ser tratado como máquina, faça valer o seu viver!

“As boas qualidades humanas – honestidade, sinceridade e um bom coração – não podem ser compradas com dinheiro e nem produzidas por máquinas ou mesmo pela mente.
Nós chamamos isso de luz interior.”
-Dalai Lama-