O que caracteriza os relacionamentos abertos?

O que caracteriza os relacionamentos abertos? 9 dados surpreendentes!

4, novembro 2015 em Curiosidades 0 Compartilhados
O que caracteriza os relacionamentos abertos?

Os relacionamentos abertos, ou relações não monogâmicas, estão se tornando cada vez mais populares ou, pelo menos, sendo tratados cada vez com mais naturalidade. Apesar disso, este tipo de relação ainda é bastante estereotipada e cercada por uma espécie de halo de mistério, o que faz com que muitas pessoas ainda não sejam capazes de tolerá-las nem aceitá-las nos demais.

Em todo caso, as relações abertas são uma opção escolhida por muitos casais. Pesquisas recentes sobre o tema contribuem com informações muito interessantes sobre este tipo de relacionamento.

O que as pesquisas sobre relacionamentos abertos revelam?

Entre as conclusões mais interessantes oferecidas pelas últimas pesquisas relacionadas ao tema, destacam-se as seguintes:

#1 – As relações abertas são mais frequentes entre os casais homossexuais do que entre os casais heterossexuais, e mais frequentes entre os casais gays do que entre lésbicas.

#2 – Cerca de 40% dos homens e 25% das mulheres estariam dispostos a considerar ter um relacionamento aberto. Nesse sentido, cabe destacar que muitas pessoas estariam dispostas a manter relações desse tipo, caso fosse algo aceito abertamente pela sociedade.

#3 – As pessoas podem ou não ter uma tendência à monogamia de forma natural. Há pessoas completamente monogâmicas, outras que não são, e outras que se encontram num ponto intermediário.

#4 – O estigma contra as relações abertas é forte e muito penetrante. De fato, as pessoas que participam de relações abertas são consideradas piores que as pessoas monogâmicas no que se refere ao compromisso, à confiança, ao ciúme, à generosidade, à educação ou ao sucesso, entre outros.

Isso provoca o que é chamado de efeito halo, através do qual a negatividade se estende a outros traços e comportamentos que não têm nada a ver com relacionamentos amorosos. Este estigma é tão forte que, inclusive, as pessoas que participam de relações abertas se consideram, no geral, inferiores às pessoas monogâmicas.

#5 – Nem todas as relações abertas são considerados igualmente ruins. Dessa maneira, os swingers (casais que participam juntos em atos sexuais com outras pessoas, como trios ou sexo em grupo) são considerados mais sujos, menos morais, menos responsáveis e menos maduros do que as pessoas que têm várias relações com diferentes pessoas.

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Os casais que têm relações abertas, de maneira que, ocasionalmente, experimentam relações sexuais com outras pessoas, estão num ponto intermediário.

#6 – As pessoas que mantêm relações abertas costumam ser mais responsáveis quanto à saúde sexual das pessoas com quem mantêm relações. Nesse sentido, costumam ser menos propensas a consumir álcool e drogas, e tomam mais precauções para evitar doenças sexualmente transmissíveis.

Sendo assim, a taxa de incidência deste tipo de doenças é praticamente igual entre as pessoas que participam de relações abertas e daquelas que são monogâmicas.

#7 – Os swingers relatam mais emoções e uma vida sexual mais satisfatória que a população em geral, de acordo com pesquisas.

#8 – As pessoas com relações abertas sentem menos ciúmes que os pares monogâmicos, especialmente no caso de casais homossexuais. Isso não é de surpreender, já que uma relação aberta implica a aceitação de que o outro possa estar com outras pessoas. No entanto, os ciúmes também existem nesse tipo de relacionamento, ainda que sua incidência seja menor.

#9 – Uma última conclusão interessante sobre as relações abertas é que, segundo pesquisas, as pessoas que participam desse tipo de relação mantêm uma qualidade de relacionamento igual, ou até mesmo melhor, que a de casais monogâmicos no que se refere a: satisfação, intimidade, confiança, compromisso ou comunicação, embora isso dependa do tipo de relação aberta.

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