Por que só damos valor quando perdemos? – A mente é maravilhosa

Por que só damos valor quando perdemos?

janeiro 13, 2016 em Psicologia 56 Compartilhados
Por que só damos valor quando perdemos?

Uma estrela não significa nada, até que desapareça. É triste, mas é verdade, não valorizamos cada detalhe e cada presença. Não sabemos o valor de tudo o que faz parte da nossa vida, e por isso negligenciamos diversos aspectos dela.

Então, quando menos esperamos, tudo muda, e ficamos perdidos sem saber o que fazer. Pode ser que já seja tarde demais para se lamentar e a dor da perda nos faça chorar desconsoladamente.

Se pararmos para pensar, perceberemos que muitas vezes somos incapazes de entender o que é essencial em nossas vidas; do que realmente precisamos e o que queremos manter. Tentamos justificar nossa negligência com os outros através da falsa crença de que “tudo é para sempre”.

Mas não, nós não somos feitos do mesmo material que a eternidade, e se alguém não valoriza a nossa presença, acabamos oferecendo a nossa ausência. É importante prestar atenção aos sinais, pois todos nós nos cansamos de insistir ou de ficar se não formos valorizados.
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sonhos

O silêncio fala mais do que as palavras para quem sabe ouvi-lo

Os problemas não costumam surgir da noite para o dia, mas são precedidos por jogos de silêncios, irritação e mal-entendidos. Esses comportamentos são apenas o reflexo de que algo dentro de nós está nos sufocando e de que precisamos respirar.

Quando tratamos os conflitos importantes de maneira fria e distante, quando já não há vontade de discutir os problemas, quando acreditamos que tudo está perdido e deixamos o amor “esfriar”, fica muito difícil mudar essa situação.

Ou seja, os problemas não se resolvem sozinhos; temos que nos esforçar para ouvir e entender até mesmo os silêncios…

O objetivo de uma discussão é despertar as pessoas para os problemas, porque do contrário, não servirá de nada. Da mesma forma, os silêncios têm que fluir com estranheza, com tempo e mistério. Têm a função de aproximar as pessoas sem a intenção de coagir, mas de resolver as pendências e recuperar a compreensão e a cumplicidade.

Os silêncios e as discussões nos aproximam se soubermos compreendê-los, se reconhecermos a sua existência com todos os ingredientes que os compõem.

Enquanto as desavenças nos ajudam no autoconhecimento, vamos nos reaproximando das pessoas que estavam se afastando de nós, sem a necessidade de dizer adeus.
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imaginação

Não diga adeus se você está disposto a tentar de novo

Não diga adeus se você está disposto a tentar de novo. Não desista, se você acredita que ainda pode continuar lutando. Nunca diga para uma pessoa que não a ama mais, se não quer que ela vá embora. Nunca diga adeus, porque dizer adeus significa desaparecer, e desaparecer significa esquecer.

Nós temos o mau hábito de não valorizar o que temos, assim como de valorizar quando já perdemos. Quando percebemos que deixamos ir embora uma parte importante da nossa vida sofremos muito: seja uma pessoa, um amigo ou um grande amor.

Esse sofrimento pode acontecer quando uma determinada situação acaba, ou algum tempo depois do fim, mas de qualquer forma acabamos nos magoando.

Só valorizamos o que temos quando perdemos e não sabemos o que está faltando até que o encontramos. Lembre-se: o amor precisa ser “cultivado” todos os dias, nos pequenos detalhes, com preocupações e até com os aborrecimentos do dia a dia.

Amar significa acordar cada dia com uma só pessoa na sua mente, fazê-la feliz, falar carinhosamente, cuidar, obter lágrimas de alegria e felicidade e dar-lhe prioridade. Não deixe o amor para amanhã.
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