Foi um amor te conhecer, prazer da minha vida

Foi um amor te conhecer, prazer da minha vida

novembro 17, 2015 em Emoções 3543 Compartilhados
Amor da minha vida

“Dizem que, ao longo da vida, temos dois grandes amores: um com o qual você se casa e vive para sempre, pode ser o pai ou a mãe de seus filhos… Essa pessoa com a qual você consegue a compenetração máxima para passar o resto da sua vida com ela.

E dizem que sempre há um segundo amor, uma pessoa que você sempre perderá, alguém com quem você nasceu conectado, tão conectado que as forças da química escapam da razão e sempre o impedirão de alcançar um final feliz.

Até que certo dia você deixará de tentar… Se renderá e passará a procurar por outra pessoa, que acabará encontrando. Mas posso lhe assegurar de que você não passará sequer uma noite sem precisar de um beijo seu, ou talvez somente discutir mais uma vez.

Você sabe de quem estou falando, porque enquanto está lendo isso, um nome vai surgindo na sua cabeça. Você se livrará dele, ou dela, deixará de sofrer, conseguirá encontrar a paz (será substituída pela calma), mas asseguro-lhe de que você não passará sequer um dia sem desejar que esta pessoa esteja por perto para perturbar um pouco.

Porque, às vezes, gasta-se mais energia discutindo com alguém que se ama, do que fazendo amor com alguém que você aprecia.

Paulo Coelho

Você chegou sem ao menos procurar, me tocou e nada voltou a ser como antes. Lembro-me de que, durante aqueles dias, a vida era outra coisa, as cores eram mais intensas e os cheiros mais vivos.

Não sei, acredito que há amores que colocam tudo ao contrário, e você é quem fica com o título de desorganizado. O caso é que eu nunca quis voltar a dar a volta em meu mundo, nem tentar colocá-lo em ordem, mas se vê que a inércia e a rotina fazem todos se acostumarem.

Você era minha causa e meu efeito, era quem provocava meu vulcão.

Era meu companheiro na vida, meu gelo e meu fogo, minha praia e meu mar.

O fio vermelho e o amor da minha vida

O fio vermelho que nos uniu

Minha sombra diz que já não nos parecemos

Que, por mais que me siga, o passo não combina

Que agora me encaixo com você

Que tem ciúmes, diz…

#microconto

Não sei se o que nos uniu foi o fio vermelho do destino ou se tudo tem a ver com a sorte, o que eu sei é que, de todas as pessoas do mundo, fomos você e eu naquele lugar. Isso me faz crer que o culpado foi o senhor de chapéu, que uniu nosso coração com um cordão invisível, numa noite de lua cheia.

Chegamos até aqui porque merecemos. Porque fomos hábeis, porque nos amamos em conjunto e separadamente. A impulsividade, o romantismo e o compromisso deram passagem para duas almas se acompanharem para todo o sempre.

Nos encontramos na paixão desmedida, no coração desbocado, na desilusão de quando nem tudo é ideal, na esperança de um novo começo, na convivência, na confiança, no efêmero e no real.
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Nós recriamos verdadeiros campos de batalha. Chegamos ao fim do mundo. Não abandonamos. Retornamos. Afogamos nossas borboletas.

E se algo ficou claro para nós, é que há de tudo no amor, mas acima de tudo, paixões, enredos e perdão. Porque o casal perfeito não tem porque ser que aquele que sempre permanece unido, senão aquele que se sente como ideal.

Sei que, desde o primeiro minuto, você estava destinado a ser essa pessoa que eu sempre perderia…

Amor da minha vida

E sempre vou te amar

“O essencial é indefinível.
Como definir a cor amarela, o amor, a pátria, o sabor de café?
Como definir a pessoa que amamos?
Não se pode”.
– J.L. Borges –

Há beijos que são tão fugazes que tenho que pedir que voem ao passar. Agora coloco reticências em tudo, porque sei que continuará e que sempre posso fazer intermináveis meus momentos contigo.

Não importa se o tempo passar, se as paixões já não se apertarem, você sempre estará em uma zona reservada em meu coração. Uma zona na qual o amor não tem cores, mas sim intensidade. E, além de nosso, não foi breve, foi eterno.

Por tudo isso, porque se foi e não voltará, porque o que virá… Foi um amor te conhecer, prazer da minha vida…
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Créditos da imagem destacada: Olga Marciano: O último abraço

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