12 emoções poderosas – A mente é maravilhosa

12 emoções poderosas

setembro 30, 2015 em Psicologia 1 Compartilhados
Conheça 12 emoções poderosas

A alegria fortalece nossas artérias. Quando nos apaixonamos os nossos neurônios se fortalecem… E já diziam os romanos: “Mens Sana in Corpore Sano“. As emoções estão totalmente relacionadas e conectadas ao nosso corpo.

O poder das emoções é incrível. Tanto as emoções boas quanto as ruins atuam diretamente sobre a nossa saúde e o bem-estar do nosso organismo. A seguir, falaremos sobre 12 emoções poderosas que estão diretamente conectadas ao nosso corpo.

Emoções poderosas que atuam sobre o organismo

1. A alegria fortalece nossas artérias. Cardiologistas como o Dr. Michael Miller fizeram um estudo com um grupo de voluntários. No grupo que se submeteu a uma sessão de músicas alegres, as artérias se dilataram em até 26%, algo parecido ao que ocorreu com uma sessão de música animada para fazer ginástica. Por outro lado, a música triste reduz o diâmetro das artérias em até 6%.

2. Quando nos apaixonamos, reforçam-se os nossos neurônios. Pesquisadores italianos chegaram à conclusão de que quando nos apaixonamos produzimos uma maior quantidade de uma proteína que intervém no crescimento e na sobrevivência de alguns de nossos neurônios. Ainda que o nível desta proteína baixe após um determinado tempo, o melhor é… se apaixonar de vez em quando!

3. Meditar protege o nosso cérebro. Uma investigação profunda feita pela Universidade de Montreal constatou que a prática regular da meditação implica no engrossamento de algumas das regiões do córtex (matéria cinzenta); este engrossamento tem como consequência uma diminuição da dor e dos acidentes cardiovasculares. É uma prática que deveríamos, pouco a pouco, incluir em nossa rotina diária.

4. A ira reduz a cicatrização. Pesquisadores de Ohio (EEUU) descobriram que a ira, as disputas, a raiva… aumentam as citocinas, que são as responsáveis pela inflamação e, portanto, elas contribuem para a redução das cicatrizações.

5. O medo aumenta a irrigação cardiovascular. Pesquisadores do Quebec (Canadá) descobriram que o estresse aumenta a pressão sanguínea e eleva o índice de cortisol no corpo.

6. Amar reduz os níveis de colesterol. Um estudo interessante pediu a um grupo de voluntários que escrevessem uma carta na qual falassem do amor que sentem por um ente querido; a outro grupo foi pedido que escrevessem uma carta sobre qualquer tema. Foram medidos então os índices de colesterol antes e após a sessão e demonstrou-se que no grupo que tinha escrito a carta de amor os índices de colesterol diminuíram.

7. A ansiedade diminui as nossas defesas. Está comprovado que os estudantes, durante épocas de estresse, têm um decréscimo dos níveis de linfócitos T, as células de defesa que se encarregam de eliminar as células doentes e os vírus responsáveis por algumas doenças.

8. A angústia aumenta as alergias. Ainda que a angústia não seja a responsável pela alergia, ela contribui para desencadear as crises e para aumentar a sua virulência.

9. Chorar é bom. Nos anos 80, o pesquisador William Frey, descobriu que as lágrimas eliminam grandes doses de noradrenalina (a responsável pela liberação do cortisol). Hoje em dia sabemos que as lágrimas estão carregadas de lisozima, responsável por destruir 95% das bactérias em apenas 10 minutos. Elas também eliminam os hormônios do estresse. Mas nem todas as lágrimas são iguais. Um estudo demonstrou que as pessoas que tinham chorado com um filme triste possuíam as lágrimas carregadas de substâncias relacionadas com o estresse, o que não ocorreu com pessoas que choravam devido à uma cebola.

10. O estresse em mulheres, no período pré-menopausa, engorda. Pesquisadores suecos descobriram que durante a menopausa os hormônios do estresse aumentam, o que gera, por sua vez, um acúmulo de gordura ao redor do abdômen e do quadril.

11. O bom humor repara o nosso organismo. O bom humor liberta endorfinas, os chamados hormônios da felicidade, e também libera o hormônio do crescimento, encarregado das funções reparadoras do organismo.

12. A dor aumenta quando você é alertado sobre ela. A típica frase “Isto vai doer” aumenta a dor. Pelo menos foi isso que demonstrou um estudo da Universidade holandesa de Radboud. O estudo reuniu mais de 100 voluntários. Todos foram expostos à mesma substância, mas aqueles que foram avisados de que a mesma iria causar coceira, não pararam de se coçar após a sua administração.

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