Os 5 livros de psicologia mais influentes

Os 5 livros de psicologia mais influentes

Última atualização: 27 Novembro, 2016

O âmbito da psicologia tem se tornado mais popular, já que muitas pessoas estão cada vez mais interessadas na sua saúde mental e nos problemas que nós mesmos criamos diariamente. Esta ciência da saúde engloba vários campos que influenciam a todos nós de uma forma ou de outra.

Seja no campo do trabalho, do marketing, das relações humanas, do amor, da nossa saúde emocional, física ou mental, etc. A psicologia está presente nas nossas vidas e interfere em tudo o que nos rodeia; é por isso que ela está cada vez mais presente e nos interessa muito mais.

Os livros de psicologia tornaram-se uma referência de consulta e já não servem apenas para o âmbito profissional, pois seus autores os escrevem pensando diretamente em qualquer pessoa que se interesse por obter uma maior compreensão do comportamento do ser humano, e obviamente, de si mesmo.

Aqui estão os cinco livros de psicologia mais influentes para o público em geral:

 1- Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar

Daniel Kahneman conseguiu o prêmio Nobel graças ao trabalho que desenvolveu neste livro. Ele foi o primeiro psicólogo a receber o prêmio Nobel na categoria de economia em 2002. Ele é considerado um dos autores mais influentes da atualidade.

Em seu livro “Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar”, Kahneman nos mostra um trabalho pioneiro na psicologia acerca do modelo racional através do qual tomamos decisões, especialmente as econômicas. Assim, com uma linguagem simples e com muitos exemplos, o autor soube deixar sua marca em diferentes campos: economia, política ou medicina através da psicologia.

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Neste grande sucesso internacional podemos comprovar uma perspectiva revolucionária de como o nosso cérebro toma decisões. Ele nos apresenta dois sistemas opostos de como seriam modelos “puros” de pensamento, um deles o intuitivo e emocional, e o outro sistema, um pouco mais lento, seria o racional e lógico.

2- Inteligência Emocional

Este livro é um dos mais reconhecidos, já que apresentou ao grande público o conceito de inteligência emocional. Seu autor, Daniel Goleman, conseguiu explicar através de uma linguagem acessível para o público não especializado como as emoções têm um impacto sobre a nossa vida, e que a relação adequada com elas também pode constituir um tipo de inteligência.

Entendemos que a inteligência que Goleman propõe no seu livro é uma inteligência que se nutre de ferramentas para conseguir mais estabilidade, harmonia e felicidade nas nossas vidas. É por isso que qualquer pessoa pode considerar imprescindível a leitura deste livro.

3- A Arte de Amar

O livro “A Arte de Amar” se transformou em um dos mais importantes para conhecer melhor o que significa amar, em que consiste e como se pode aprender a amar. O autor, Erich Fromm, faz uma análise em profundidade acerca de como nos relacionamos no plano afetivo e sexual, desmascarando ideias populares e errôneas que grande parte da sociedade mantém a respeito destes temas.

O filósofo alemão considera o amor como uma arte, e como tal, requer dedicação e conhecimento para ser colocado em prática e para nos beneficiarmos dele. Neste aprendizado, ele considera que a sociedade nos induz a acreditar que o amor é algo mecânico e passageiro, com a ideia de que ele deve ser algo espontâneo sem que precise de nenhum esforço ou cuidado.

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4- Quem Mexeu no Meu Queijo?

Este é um livro de Spencer Johnson com ensinamentos muito valiosos para qualquer pessoa, já que nos ensina que tudo muda, e o que alguma vez acreditávamos ser verdade absoluta e que jamais seria de outro modo pode acabar obsoleto e já não servir para o momento atual em que vivemos.

Trata-se de um relato através de metáforas, onde o queijo representa qualquer coisa que queremos alcançar: dinheiro, felicidade, sucesso, amor, etc., e o labirinto representa as situações do nosso mundo real: impedimentos, adversidades, impasses, zonas desconhecidas e perigosas.

 5- O Homem em Busca de um Sentido

A história de Viktor Frankl se baseia na sua própria experiência de vida, após sua vivência atroz nos campos de concentração nazistas da segunda guerra mundial. O psiquiatra utiliza como exemplo o seu próprio calvário e o das pessoas com quem esteve neste inferno.

Ele nos mostra como a vontade de viver e de seguir em frente é o que mantém a esperança perante uma situação tão extrema e desesperadora. Ele nos fala da importância de encontrar o sentido para o que vivemos e de encontrar essas motivações que todos nós temos e nos permitem ser felizes apesar das dificuldades, inclusive as de campos de concentração tão terríveis como aqueles.