5 coisas que os pais mentalmente fortes não fazem

· maio 25, 2016

Ser mentalmente forte é uma habilidade fundamental para a vida, de vital importância quando se trata da paternidade/maternidade. Ser pais mentalmente fortes envolve saber regular as emoções, gerenciar adequadamente os pensamentos e ter um comportamento produtivo, inclusive – e especialmente – quando parece que seus filhos querem deixá-lo louco.

No que se refere à construção da força mental, existem maus hábitos cotidianos que podem ficar no nosso caminho para alcançar nosso pleno potencial. Identificar e evitar esses erros pode fazer a diferença.

O que os pais mentalmente fortes não fazem

Pais mentalmente fortes

O caminho para estabelecer bons hábitos e construir a força mental passa por evitar os seguintes erros e não cair em maus hábitos. São os seguintes:

Não sentir pena de si mesmos

Os pais mentalmente fortes não caem na armadilha de pensar que seus filhos estão tentando puni-los ou machucá-los, ou que estejam sendo injustos com eles. Os pais mentalmente fortes sabem que sentir pena de si mesmo apenas atrasa a solução de um problema real.

As crianças e os adolescentes são como são, e está na sua natureza buscar a maneira de dominar a situação. Faz parte do seu desenvolvimento. A solução não é reclamar ou se fazer de vítima, mas sim estabelecer normas de disciplina eficazes e cumpri-las com eficiência.

Nesse sentido, os pais mentalmente fortes são proativos na hora de solucionar os seus problemas e não perdem seu tempo se lamentando porque merecem algo melhor.

Não fugir da responsabilidade

É muito fácil colocar a culpa dos problemas e do mal-estar em um filho porque ele incomoda ou se comporta mal, ou porque sua atitude nos estressa, ou por causa das suas reações desproporcionais. Ao invés de culpar seus filhos, os pais mentalmente fortes mantêm seu poder pessoal e aceitam a responsabilidade por suas emoções e seu comportamento.

Os pais mentalmente fortes reconhecem que quanto mais se envolverem numa luta de poder, ou troca de papéis, acabam dando mais poder aos seus filhos, por isso é preciso se manter em seu lugar para dominar a situação a partir do controle de suas emoções.

Não ignorar as mudanças

A medida que os filhos crescem e se desenvolvem, vão mudando de atitude e de comportamento, e a relação com os pais também muda. No entanto, muitos pais não aceitam essas mudanças, especialmente quando se dão conta de que seus filhos não são ou não querem ser como eles desejam, e sim que escolheram seu próprio caminho.

Os pais mentalmente fortes são capazes de aceitar essas mudanças, de enxergá-las como uma evolução, e estão dispostos a ajustar suas estratégias de educação e sua forma de se relacionar em função das necessidades de seus filhos, aos quais proporcionam a liberdade individual que eles merecem.

Não tentar controlar os filhos

Controlar os filhos é uma tarefa árdua e inútil, porque quanto mais você oprime, mais necessidade eles sentem de explodir. Em vez de controlar os seus filhos, os pais mentalmente fortes tentam influenciá-los, e não manipulá-los. Para isso, ajudam seus filhos a desenvolver habilidades e dão as ferramentas necessárias para ter sucesso na vida, em todos os aspectos.

Pais mentalmente fortes com sua filha

Nesse sentido, os pais mentalmente fortes estão cientes de que a educação não se baseia na imposição de critérios rigorosos e no estrito cumprimento de algumas regras – muitas vezes não justificadas ou explicadas – mas sim no desenvolvimento de uma autoestima forte e na aprendizagem de habilidades de gestão emocional e de tomada de decisões, entre outras.

Não se preocupar em agradar os outros

Os pais mentalmente fortes não se preocupam com o que os outros dirão ou em agradar as expectativas de terceiros, mesmo que sejam rotulados como rigorosos ou antiquados. Os pais mentalmente fortes não cedem à pressão de outros pais ou outros adultos que não entendem sua maneira de agir.

Pelo contrário, os pais mentalmente fortes têm claros seus objetivos, suas estratégias e as normas de sua casa, bem como a forma como eles querem educar seus filhos, passando a ensiná-los a respeitar as decisões dos demais e fazer valer as suas próprias.