Como aumentar a expectativa de vida?

· setembro 14, 2018

Muitas pessoas têm interesse em saber o que podem fazer para aumentar a expectativa de vida. Neste artigo, falaremos um pouco sobre este conceito e sobre os hábitos que podem potencializá-lo.

A expectativa de vida é o que se espera, em quantidade de anos, que uma pessoa irá viver em um contexto determinado. Estamos falando de um dos indicadores que a ONU – Organização das Nações Unidas – selecionou para definir o nível de desenvolvimento dos diferentes países do mundo.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informa que a expectativa de vida varia em função do lugar de nascimento e do lugar no qual a pessoa cresce. Dessa forma, os países com o maior índice de desenvolvimento apresentam uma expectativa de vida mais elevada que os países subdesenvolvidos.

“A expectativa de vida aumentou em 5 anos desde o ano 2000, mas as desigualdades sanitárias persistem”.
– Organização Mundial da Saúde (OMS) –

A Dra. Margaret Chan, diretora geral da OMS, informa que “o mundo avançou a passos largos na redução do sofrimento desnecessário e das mortes prematuras causadas por doenças que podem ser prevenidas e tratadas”. Ela sustenta que os progressos foram irregulares, e o melhor que se pode fazer a respeito disso é ajudar os países a alcançar uma cobertura sanitária universal.

O abismo que separa os países desenvolvidos dos países subdesenvolvidos é cada vez mais profundo, o que repercute de maneira direita na qualidade de vida das pessoas. Por isso, o planejamento e a melhora das políticas públicas em escala mundial seria uma das melhores maneiras de reverter essa situação e aumentar a expectativa de vida dos países que ainda estão em vias de desenvolvimento.
Como aumentar a expectativa de vida

Quais hábitos saudáveis ajudam a aumentar a expectativa de vida?

A Organização Mundial da Saúde informa quais são os fatores que influenciam no desenvolvimento de um envelhecimento saudável. Ainda que algumas das variações sejam genéticas, o contexto não é menos relevante. Nesse sentido, existe um bom número de fatores contextuais que influenciam desde cedo para que o envelhecimento se dê de uma forma saudável.

O ambiente tem influência na hora da tomada de decisões para a manutenção de hábitos saudáveis. A OMS aconselha ter hábitos de vida saudáveis para reduzir o risco de padecer de doenças não transmissíveis.

“Ter hábitos saudáveis ao longo da vida, e em particular manter uma dieta equilibrada, fazer alguma atividade física de forma periódica e não fumar, contribui para reduzir o risco de padecer de doenças não transmissíveis e melhorar as faculdades físicas e mentais”.
– Organização Mundial de Saúde –

O ideal é consumir ao menos cinco porções de frutas e verduras por dia, pois isso reduz o risco de desenvolver patologias e garante uma ingestão suficiente de fibras dietéticas. Além disso, é bom respeitar o mínimo necessário de horas de sono durante a noite, pois o descanso é, talvez, o fator mais importante para que tenhamos vitalidade.

Casal fazendo exercícios

A Organização Mundial da Saúde assegura que as dietas pouco saudáveis e a falta de atividade física são os principais fatores de risco para a saúde em uma escala global. Certamente, uma alimentação saudável deve começar desde os primeiros anos de vida, e proporciona benefícios a longo prazo se for mantida durante todas as etapas posteriores.

Dessa maneira, falando de forma ampla, manter hábitos saudáveis, inclusive em idade avançadas, pode ser determinante para aumentar a expectativa de vida e a qualidade da mesma.

Em suma, praticar esportes e manter uma boa nutrição ajuda a preservar a função cognitiva, além de diminuir a velocidade com a qual o declínio cognitivo acontece no envelhecimento, de forma a atrasar uma eventual dependência funcional.