Mãe, obrigado por estar presente hoje, amanhã e sempre

10 Setembro, 2020
A distância não importa para uma mãe. Saber estar presente também é ter alguém no coração, saber que sempre terá a palavra certa para cada necessidade, os conselhos mais respeitosos e o apoio mais incondicional em todas as circunstâncias.
 

Mãe, obrigado por estar presente em todas as formas possíveis. Através do apoio incondicional, da confiança absoluta, daquele olhar que desde a infância me deu segurança e incentivo para caminhar pela vida, da maneira que eu quis e da maneira que escolhi. Obrigado por ser como aquela brisa de verão que sempre traz calma, que desperta felicidade e convida à inspiração.

Uma mãe que proporciona essas sensações em nós é, sem dúvida, um presente. Por trás de uma “boa mãe” existe, na verdade, uma ótima pessoa, alguém com uma trajetória humana excepcional que soube se cuidar, que sabe quais são seus valores e propósitos para conseguir dar sempre o melhor aos próprios filhos.

Washington Irvin disse que “uma mãe sempre se esforçará para dissipar aquelas nuvens negras que de vez em quando pairam sobre nós, para conseguir que, aos poucos, a paz volte aos nossos corações.”

Isso é verdade, mas se há uma coisa que as mulheres que conseguem deixar uma marca nos filhos alcançam é ensiná-los a afastar sozinhos essas nuvens momentâneas.

Porque as mães não têm apenas aquele papel clássico de proporcionar afeto, amor e carinho. Elas educam, corrigem, sabem estabelecer limites, inspiram pelo exemplo e não hesitam em abrir caminho para que, no momento certo, seus filhos avancem por conta própria no mundo para escolher o destino que quiserem.

A proximidade entre mãe e filha
 

Dia das Mães, uma origem multicultural

É nos primeiros dias de maio que se comemora o Dia das Mães. Para muitos, é pouco mais do que um feriado voltado para o marketing de alguma loja de departamentos. Para outros, um momento especial para compartilhar com a família.

No entanto, é interessante saber que este dia é comemorado desde os primórdios dos tempos e, mais especificamente, desde o Império Antigo no Egito.

Lá, a deusa Ísis, criadora da vida, deusa da magia e protetora das crianças e mulheres era adorada anualmente. Na Grécia Antiga também havia um feriado relacionado à figura da mãe.

Neste caso, os gregos adoravam Rhea, mãe de Zeus, de Hades, deus do submundo, de Poseidon, Héstia, Hera e Demeter. Ela era uma titã e era comum para a cultura helênica associá-la à Lua.

Mais tarde, com a chegada do cristianismo, a festa passou a ter como foco a figura da Virgem Maria. No entanto, foi no século 19 que o feriado se situou no mês de maio, como resultado de duas figuras muito específicas: a da poetisa e ativista americana Julia Ward Howe e a de Ann Jarvis.

Elas organizaram manifestações para reconciliar os dois lados da Guerra Civil Americana. Assim, algo que conseguiram foi a reaproximação das mulheres, de todas aquelas mães de famílias que foram vítimas do conflito.

Todos os anos, Julia Ward e Ann Jarvis as reuniam novamente para tornar o evento um veículo de paz, esperança e defesa dos direitos das mulheresAmbas conseguiram, no ano de 1914, estabelecer o Dia das Mães no mês de maio.

 
Dia das Mães, uma origem multicultural

Mãe, obrigado por estar aqui, obrigado por ser quem você é

Já sabemos que o feriado do Dia das Mães não é um produto criado em uma agência de publicidade e marketing. Tem raízes e, sobretudo, um fim: valorizar a figura da mulher, aquela que luta pelos seus direitos, aquela que defende a paz, o amor aos seus filhos, aquela que se guia por valores firmes…

De alguma forma, muitos de nós estão familiarizados com todos esses atributos. É por isso que celebramos este dia com elas, para agradecer.

  • Mãe, obrigado por estar presente com carinho e intenção nos momentos mais decisivos da minha vida.
  • Mãe, obrigado por estar ao meu lado mesmo sem estar. Porque mesmo que eu não lhe diga com frequência, sempre tenho você no meu coração. De lá, você sempre me acompanha, e neste lugar você sempre será eterna.
  • Agradeço também por ter me ensinado a me defender, a me dar asas e não correntes, a ser um vento e não uma âncora… Eu sou o que sou porque você me ensinou que, nesta vida, é preciso ser livre, mas acima de tudo, responsável.

Em essência, mãe, obrigado por estar presente, por ser quem você é… Assim, tão entusiasmada, tão única, uma especialista em facilitar a vida ao seu lado, em rir de tudo; um exemplo a seguir e alguém para amar hoje, amanhã e sempre.