Não deixe as rédeas da sua mente nas mãos de nada, nem de ninguém

Não deixe as rédeas da sua mente nas mãos de nada, nem de ninguém

Maio 17, 2017 em Psicologia 1085 Compartilhados
Não deixe as rédeas da sua mente nas mãos de nada, nem de ninguém

A opinião de outra pessoa é apenas isso, a opinião de uma outra mente que não a nossa, com outras experiências e interesses que não são os nossos. Todos convivem com pessoas que gostam de opinar, julgar e projetar sua vida e experiências nos demais. Eles acreditam que seus limites são os nossos, que o caminho que tomaram foi o melhor e que fazer outra coisa é desviar-se do certo.

Muitas vezes essas pessoas vão tentar fazer-nos sentir que valemos menos e que não somos bons o suficiente. Porém, responsabilizar os outros pelo fracasso ao resolver os próprios problemas e se sentir responsável pelos problemas de outras pessoas são duas maneiras de não estar no controle de nossas próprias vidas.

É possível que em alguma ocasião possamos ter pertencido a um dos dois grupos ou até mesmo a ambos. Não espere que os outros façam as coisas por você. Se não fizer por si mesmo, como espera que os outros façam por você? Gerir a nossa mente e nossa vida, sem esperar que os outros respondam, é a decisão mais madura e inteligente que podemos tomar.

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Não seja seu plano B

Na cultura do imediatismo, os mais afetados são o esforço e a perseverança. Queremos muitas coisas e as queremos agora. Sem planejamento, sem intervalo de descanso. Lembre-se de que é na capacidade de adiar recompensas e regalias que os sonhos se diferenciam dos caprichos. Perseverar é fazer o necessário no tempo necessário.

Para que sejamos nosso plano A, temos que viver para nós mesmos deixando de lado o que podem vir a dizer sobre o nosso comportamento. Se levarmos em consideração todos os pontos de vista de outras pessoas, nunca escutaremos a opinião que realmente importa: a nossa.

Não se trata de tomar uma postura arrogante, mas de não deixar que os outros nos causem constrangimento com seus comentários ou comportamentos. Tomar as rédeas da nossa vida envolve autoconhecimento e uma grande convicção de que devemos seguir nossos próprios interesses, tentando, na medida do possível, não causar danos aos outros. Lembre-se de que se você viver a vida para agradar aos outros, as chances de sucesso serão menores.

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Ninguém pode estar dentro da sua mente

Da mesma forma que ninguém pode se sentir como você, ninguém pode pensar por você ou estar dentro da sua mente. De uma forma ou de outra, primeiro devemos aprender quem somos (nessa aprendizagem entendemos que existem características que nos unem e nos separam de outras pessoas)ç

No entanto, sempre podemos mudar o nosso diálogo interno. Ao substituírmos o “coitado de mim” por um “eu posso” e um “isso vai me tornar mais forte”, mudamos a atitude com que encaramos a vida. Embora só pareçam algumas palavras, elas nos darão um empurrão definitivo através de mudanças neuroquímicas que produzem essas atitudes em nosso cérebro.

Ninguém pode saber por nós, ninguém pode crescer por nós, ninguém pode buscar por nós e ninguém pode fazer por nós o que nós mesmos devemos fazer. Nesse ponto, a vida admite ajudantes, mas não substitutos. Nada é capaz de suprir o pensamento por si mesmo. Precisamos dos outros, mas em última análise, para construir nosso próprio pensamento o critério é que ninguém tem que decidir por nós.

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Só assim seremos capazes de responder como realmente somos, produzindo um autoconhecimento que nos levará a conhecer finalmente o que nos convém e as razões pelas quais escolhemos isso.

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