Como superar bloqueios sexuais

· julho 7, 2015

Os especialistas dizem que a cultura moderna vive um relacionamento “bipolar” em relação ao sexo. A sexualidade está presente em todas as áreas da vida, desde o cinema até as publicidades, passando pela televisão às músicas, etc. Mas também é verdade que somos informados de que não podemos desfrutá-lo como queremos. Isso pode acontecer com muitas pessoas que veem o sexo como algo “divertido”, mas ao mesmo tempo “ruim“.

É compreensível que tenham esse problema e, ao mesmo tempo, vivam uma grande contradição. Se a isso somarmos a educação oferecida até recentemente em relação à sexualidade ou às crenças religiosas, provavelmente não ficará claro para nós o que é certo e o que não é.

É preciso dar-nos um tempo para examinar como nós encaramos o sexo em geral e, ao mesmo tempo, em particular. Ou seja, com o nosso parceiro ou experiências passadas.

É natural ter um relacionamento íntimo com você mesmo e também com um namorado, uma esposa, um amante, etc. É bom para a saúde mental e até mesmo para a física, porque, sem dúvida, o sexo é parte de nossas vidas de uma forma muito poderosa.

É uma energia que revitaliza, disso não há dúvidas. Muitas pessoas evitam ter relações sexuais porque veem isso como algo negativo e errado. No entanto, os bloqueios são mentais, não físicos, e são eles a quem temos que “atacar”.

O sexo é energia vital que deve ser canalizada e desfrutada. Se você acha que a sexualidade é um pecado, então você deve começar a desatar os nós ou emaranhados que você tem em sua mente, por mais forte que isso pareça. Não quer dizer que é uma “obrigaçãopensar de uma maneira sobre o sexo, mas, pelo menos, perceber qual é a origem da negação dessa atividade íntima.

Frequentes bloqueios sexuais para analisar

As áreas que requerem uma observação e um estudo objetivo em relação ao bloqueio sexual são as seguintes:

1 – Curar os traumas do passado: talvez você pense em um estupro ou abuso sexual, mas não precisa chegar a esse extremo para ser um trauma. Qualquer experiência negativa pode criar uma atitude de armadura ou defesa. Essa armadura deve ser desarmada, porque a verdadeira natureza da pessoa está sob ela, enterrada com os restos desse problema.

Pode ser que tenha sido algo pequeno, um ex-parceiro que desmerecia o desempenho sexual, uma educação muito rigorosa, a religião, etc. Há muitas maneiras de curar esses problemas, como terapia ou coaching.

2 – Examinar o sistema de crenças: como dito anteriormente, a cultura atual nos bombardeia constantemente com mensagens contraditórias em relação ao sexo. Certamente, a publicidade e a televisão são duas das principais fontes de informação de uma pessoa e do seu cérebro, que cria juízos e condenações irracionais sobre a sexualidade com base em imagens ou sensações criadas por outros.

Você deve se perguntar como você se sente fazendo sexo, como você acha que deveria se sentir ou o que faz com que você aja de determinada maneira. Está em você escolher e recriar os locais onde você obtém dados. Crie o seu próprio manifesto sexual detalhando todas as coisas que você gostaria que estivessem presentes para uma relação íntima “perfeita”.

3 – Ir ao nosso interior: Com a meditação, por exemplo, pode-se alcançar o território mais profundo de nossos corações e mente. É ideal para descobrir qual é o problema que temos em relação ao sexo ou a intimidade. É, sem dúvida, uma ferramenta maravilhosa que irá levá-lo a uma viagem muito enriquecedora, porque você também poderá aprender sobre outros aspectos pessoais que nem sabia que existiam.

Conecte-se com o que está dentro de você e deixe que saia tudo de ruim, para que entre apenas o positivo. Todos os dias, dedique um momento para meditar, pode ser sentado ou andando por um parque em silêncio, sem prestar atenção ao que está acontecendo ao redor.

4 – Praticar yoga: o efeito é muito semelhante à meditação. Esta prática antiga abre o próprio fluxo energético, expandem-se os quadris e o coração. Você irá ampliar a capacidade de amar, receber e dar prazer. O yoga irá direto para as áreas bloqueadas ou de difícil acesso, ou seja, onde a tensão se armazena, e o ajudará a ir liberando-se lentamente.

Com a prática regular (uma ou duas vezes na semana) seu organismo estará cada vez mais perto da liberação, assim como sua mente. Você pode aproveitar para trabalhar na elasticidade e alongamento dos músculos, o que lhe dará mais liberdade e tranquilidade no momento da relação sexual, por exemplo. Por sua vez, você estará cultivando uma prática pacífica, uma forma de ser autêntica e não de se deixar levar pelo que os outros dizem.