3 verdades dolorosas que esquecemos cedo demais

3 verdades dolorosas que esquecemos cedo demais

novembro 1, 2016 em Emoções 1006 Compartilhados
3 verdades dolorosas que esquecemos cedo demais

Dizia Aldous Huxley que “os fatos não deixam de existir por serem ignorados”. Na verdade, o fato de não querermos ver a realidade não implica que as coisas serão de outra forma. No entanto, admitir a realidade, ainda que doa, nos dá uma oportunidade para nos adaptarmos. Mas algumas dessas verdades dolorosas são esquecidas cedo demais.

Não importa se você já viveu muito ou pouco. Certamente em algum momento da sua vida você aprendeu uma lição valiosa de forma dolorosa, direta ou indiretamente. De vez em quando devemos lembrar dessas verdades que aprendemos da pior forma ou com as quais vimos outras pessoas sofrerem.

Não se trata de viver com medo, mas também não é agir como se a vida fosse eterna ou como se sempre fôssemos desfrutar do que temos hoje. As verdades podem doer, mas também podem nos ajudar a permanecer com os pés no chão e, sobretudo, a desfrutar do nosso momento presente com plena consciência.

Verdades que não devemos esquecer

Estar ocupado não é o mesmo que ser produtivo

Todos devemos, ou ao menos deveríamos, ter um objetivo na vida. Nossas metas exigem um trabalho, um esforço. Ser produtivo é trabalhar para alcançar estes objetivos, algo que temos que fazer sem esquecer o fato de que fazer algo não implica que este trabalho nos aproximará do que buscamos.

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Muita gente passa o dia fazendo coisas, enchendo seus horários de atividades, passando horas eternas em frente aos seus computadores ou dispositivos fazendo coisas. Mas para alcançar uma meta não é necessário fazer muito, e sim fazer o necessário. O problema é que o necessário costuma ser bastante duro e complicado, e é mais fácil se ocupar com outras coisas que podem ser etiquetadas de forma similar.

Se você quer conseguir algo na vida, tem que ser verdadeiramente produtivo, pensar no que você deve fazer e fazer isso de forma efetiva. Ler sobre como fazer algo, planejar seu futuro, falar sobre o que você vai fazer ou fazer outras coisas para tentar ver se corre tudo bem na primeira fase, mas se você quer chegar longe, tem que dar passos mais além.

No final das contas, o que conta não é o que você fez para conseguir algo, mas sim o que você realmente conseguiu. Não importa o quanto você se esforçou, as horas que você perdeu, o dinheiro que gastou, a vontade que tem de fazer algo ou o quanto tenha falado e pensado. Deixe de fazer as coisas por fazer e comece a ser consciente e responsável pelo seu tempo e seus atos.

Todo sucesso está precedido de alguns fracassos

Cometer erros é humano e é uma das verdades mais importantes. Alguns são inevitáveis, outros simplesmente ocorrem porque as pessoas não levaram em conta alguns fatores que não consideraram importantes ou que não detectaram. Não importa. Se você se apoia neles, vai aprender lições que não irá encontrar em nenhum lugar.

Quando você aprende com seus erros, você recebe uma oportunidade para aprender a melhorar. Só quando você se culpa e se recrimina por eles é que realmente fracassa, porque isso o impede de avançar.
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Para aprender com um erro é necessário perdoar a si mesmo, não se envergonhar e encará-lo de frente. Todos os grandes fracassaram uma vez. Contanto que você não desista, nada está totalmente perdido.

A diferença entre o mestre e o aprendiz é o número de vezes que ambos falharam: o mestre falhou muito mais vezes. Quanto mais falhas você comete, mais oportunidades para aprender você encontra e, portanto, mais você sabe.

A vida humana é bastante curta

A expectativa de vida média do ser humano é de pouco mais de oitenta anos. Em algumas regiões ou culturas, pode ser que esta média seja um pouco maior ou até sensivelmente inferior. Em qualquer caso, dez ou vinte anos não são nada em comparação com os milhares de anos de história da humanidade ou com os milhões de anos de história do universo.

A morte chegará para todos nós, o mundo irá seguir o seu curso e a história irá continuar. No entanto, quando alguém com quem convivemos falece, sentimos uma enorme surpresa e tristeza. Mesmo que seja uma morte esperada, mesmo assim algo no nosso interior se altera.

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Quantas coisas ficaram por fazer ou por dizer para a pessoa que morreu? Quantas coisas se perderam? Quantas coisas você quis dizer a ela e não disse? Quantas coisas você consegue pensar que poderia ter feito para mudar?

Muitas pessoas, ao verem a morte de perto, se dão conta que cometeram muitos erros, de que deixaram passar muitas oportunidades, de que não viveram livremente, mas sim condicionados por aquilo que os rodeia. Nosso tempo nessa vida é curto, mas suficiente se o aproveitarmos ao máximo, se vivermos segundo os nossos valores e buscando crescer como pessoas com consciência do que somos e fazemos.

A maior perda não é quando morremos, mas quando deixamos escapar as oportunidades de viver plenamente.
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