6 pontos fundamentais para ser feliz

· outubro 23, 2016

Um célebre imperador romano que foi capaz de abolir os jogos dos gladiadores disse uma vez: “a felicidade da sua vida depende da qualidade dos seus pensamentos”. Seu nome era Marco Aurélio. Você sabe como oferecer qualidade a seus pensamentos? Talvez não, mas a Universidade de Harvard sabe, por isso fez uma lista dos 6 pontos-chaves para ser feliz.

Talvez esse seja o momento em que muitas pessoas pensam que esse estudo da renomada universidade é apenas mais um entre as dezenas que surgem de tempos em tempos. Não sou eu quem vai julgar essas pessoas, mas peço que você ao menos leia o próximo parágrafo. Se não se convencer, pode ir embora.

A Universidade de Harvard é considerada o melhor centro do planeta para estudar psicologia. É o lugar onde personalidades renomadas como Beh-Sahar ou Howard Gardner lecionam. Além disso, esse estudo que apresentamos começou em 1938 e terminou em 2012, ou seja, os pesquisadores levaram muito tempo e foram extremamente meticulosos. Se você não se convenceu com esses argumentos, este é o ponto em que pode ir embora. Do contrário, mate a sua curiosidade ao nosso lado.

Como ser feliz de acordo com um estudo de Harvard

Nada mais nada menos do que 75 anos e 20 milhões de dólares estiveram envolvidos nesse estudo para a Universidade de Harvard começar a colher os seus frutos. Você está curioso para saber os 6 pontos tidos como obrigatórios para ser feliz? Vamos a eles.

1 – O amor pode tudo

Segundo o doutor George Vaillant, um dos diretores do estudo ao longo dos seus 75 anos, o amor é imprescindível para ser feliz. Entretanto, é preciso ter consciência disso e aprender a enfrentar certas situações quando ele vai embora ou desaparece.

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Seja como for, Vaillant deixa tudo muito claro. Ele afirma com convicção absoluta que “a felicidade é amor”. Por isso você já sabe, se você quer com toda a sua alma ser feliz, você tem que abrir o seu coração.

2 – As relações e conexões

O segundo ponto-chave que se extrai do estudo está ligado às relações significativas e às conexões. Nesse sentido, devemos ter em mente que a família, os amigos e o círculo social serão vitais para a nossa felicidade e bem-estar.

Segundo a própria ciência, as conexões próximas ao trabalho ajudam a diminuir o estresse e servem como proteção contra situações complexas. Ou seja, as relações em todas as esferas são vitais para ser feliz.

3 – O álcool como ponto negativo

Você acha que a alegria e o calor que você sente ao ingerir álcool é positiva? Nada mais longe da realidade. Segundo esse estudo, o álcool não apenas é ruim para a saúde física, como também provoca problemas emocionais e depressão se for consumido de forma abusiva.

Além disso, o estudo inter-relaciona a ingestão excessiva de álcool com o hábito de fumar, que não apenas apresenta uma causa elevada de mortalidade, mas também provoca efeitos muito negativos em qualquer pessoa. Por exemplo, em momentos de tensão e quando não podem fumar, a ansiedade deixa as pessoas mais vulneráveis.

4 – O dinheiro não é a chave

Esse estudo apoia a conhecida frase “o dinheiro não traz felicidade”. Por isso, trabalhar para tirar o maior proveito não é uma opção inteligente. Segundo Vaillant, o normal é se sentir realizado e feliz com o emprego, mas isso vai além da remuneração.

Na verdade, esse estudo afirma que o dinheiro muda as pessoas para pior. Corrompe, torna o indivíduo vulnerável, muda os princípios de uma pessoa e pode produzir uma inversão negativa de valores.

5 – A importância do otimismo

Segundo o estudo, as crianças otimistas que foram objeto da pesquisa viveram mais tempo e tiveram uma vida mais alegre. No entanto, essa atitude deve ser acompanhada de uma forma de ser responsável e consciente.

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6 – Nossa vida sempre está aberta a mudanças

Você acredita que sua vida é um desastre? Você pensa que perdeu tempo? Você considera que já não pode fazer nada para melhorar? Pois está enganado. Segundo o estudo, qualquer hora é boa para mudar e começar a ser feliz.

É preciso mudar a forma de pensar e a atitude. Começar a valorizar as pequenas coisas, mudar os hábitos para outros mais saudáveis, não nos martirizar pelos erros e pelo passado e, definitivamente, ser mais positivos e otimistas.

Depois de 75 anos, 20 milhões de dólares e 268 pessoas estudadas, esse poderia ser um quadro muito certeiro sobre as condições necessárias para ser feliz. Você se atreveria a colocá-lo em prática? Vá em frente, não perca as esperanças e aproveite o seu mundo.